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EDUCAÇÃO: Inicia Jornada de Alfabetização para professores dos anos iniciais do ensino fundamental

ESCRITO POR  GABRIEL SILVEIRA*

A formação continuada de forma coletiva sobre processo de alfabetização acontecerá em mais três datas: 18 de setembro, 16 de outubro e no dia 13 de novembro.

Nesta segunda-feira, 10 de julho, teve início a Jornada de Alfabetização “Vivências do Módulo 1”. O projeto, realizado pela Prefeitura através da Secretaria de Educação, tem como objetivo qualificar a rede municipal com melhorias no processo de alfabetização dos alunos dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental. A atividade, que teve como palestrante a professora Patrícia Borges, contou com a presença de quase 100 educadores municipais.
A atividade acontecerá em mais três datas: Nos dias 18 de setembro, 16 de outubro e no dia 13 de novembro. Neste primeiro dia foram discutidos os fundamentos do processo de alfabetização, como concepção de ensino e aprendizagem, processos de leitura, entre outros.
A Secretária de Educação, Rosa Maria Lippert, agradeceu a presença de todos e falou da importância da formação. “Esta jornada é muito importante pois além de promover uma reflexão sobre a metodologia do processo de alfabetização, vai contribuir com a aprendizagem cada vez maior dos alunos que estão inciando sua vida escolar. Este Módulo é o pilar que sustenta o ensino fundamental de 9 anos.”, destacou. Foram parceiros deste evento o Universitário Cachoeirinha (local do evento), Cesuca, Banrisul e a escola Princesa Isabel.

Secretaria de Educação e Câmara Rio-Grandense do Livro terão projetos voltados ao incentivo à leitura

 

Proposta para a formação de leitores também inclui a possibilidade de parcerias com outras entidades representantes da área do livro, leitura e literatura

No dia 31 de maio, a secretária municipal de Educação, Rosa Lippert, a Coordenadora da Biblioteca da SMED, Simone Medeiros, e a Assessora Jurídica, Claudia Meneghini, estiveram com as representantes da Câmara Rio-Grandense do Livro, a jornalista Sônia Zanchetta e a professora Ana Paula Cecato.

Na reunião, foram definidos programas e projetos de leitura para serem implementados na rede pública, além da análise das possibilidades de parcerias com entidades representantes da área do livro, leitura e literatura.

O programa de Leitura Livro Lido da SMED vem sendo estudado e reestruturado para garantir sua viabilidade e maior abrangência, procurando contribuir no desenvolvimento de práticas de leitura e escrita ao longo do ano nas escolas. “A meta é o favorecimento de práticas socioculturais de letramento pelo efetivo acesso ao livro na comunidade escolar”, reforça a secretária.

Rosa Lippert aponta que assumiu o compromisso com Prefeito Miki Breier, de fazer um trabalho efetivo de incentivo à leitura na rede pública municipal. “Cachoeirinha, uma cidade que lê, é um dos projetos que fazem parte do planejamento deste governo e que será fundamental na formação de leitores”, destaca.

Projeto Música, Ação e Inclusão recomeça suas atividades em maio

O MAI completou treze anos em 2017 e está presente em todas as Escolas Municipais de Ensino Fundamental (EMEFs) e em parte da Educação Infantil (EMEIs).

    O projeto Música, Ação e Inclusão (MAI) reiniciou os trabalhos nas escolas municipais de Cachoeirinha no mês de maio. O objetivo do MAI é proporcionar aos estudantes o acesso voluntário e gratuito ao aprendizado dos fundamentos da música e instrumentos musicais, bem como o desenvolvimento da expressão corporal, através da dança e do teatro. Nas EMEFs, as aulas geralmente são de instrumentalização, dança, teatro e coro. Já nas EMEIs, o foco é a musicalização. 
    Desde 2004, o MAI leva oficinas de expressão corporal, musicalidade e instrumentalização aos alunos da rede pública municipal de Cachoeirinha. As atividades são desenvolvidas por cinco professores, que atendem a toda rede, e acontecem no turno inverso ao ensino regular. Em 2016, o projeto beneficiou cerca de 3 mil alunos, de 4 a 16 anos.     
    Como acontece no contra turno das aulas, o MAI acaba tirando muitas crianças e adolescentes da ociosidade e até mesmo da rua. “Além de ser um projeto lindo que proporciona a iniciação dessas crianças no mundo encantado da música e da arte, o MAI tem uma função social, pois sendo no contra turno, mantemos nossas crianças envolvidas com a comunidade escolar. Também aprendem que tocar um instrumento ou dançar envolve disciplina, determinação e sensibilidade, qualidades importantes para a vida das crianças”, salienta a secretária de Educação, Rosa Lippert.
    A diretora da EMEI Estrela Guia, Patricia Liota, fala da importância do projeto na Educação Infantil. "As aulas são muito esperadas pelos alunos. Eles ficam encantados com o violino, ou a percussão, pois são instrumentos que nossa comunidade, que é mais carente, não tem acesso; além é claro dessas oficinas auxiliarem na psicomotricidade da criança’’, finaliza a diretora.